À empresária campomaiorense do ramo de estética, Geiciane Camelo, usou suas redes sociais para denunciar uma empresa de Teresina de aplicar o golpe do falso crédito. De acordo com à mesma, ela foi atendida pelo vendedor e que teve um prejuízo de R$ 10 mil.
Através de vídeos, Geiciane, explicou que queria comprar um carro e através das redes sociais conheceu no ano passado uma empresa de crédito localizada em Teresina. À mesma continuou seu relato, dizendo que chegou a conhecer o local pessoalmente e que desembolsou a quantia de R$ 10 mil reais para a liberação da carta de crédito.
Meses depois, Geiciane, se diz lesada, onde à mesma afirma que nem teve o valor que pagou de volta e nem teve o retorno esperado da empresa para a solução do caso. À empresária já acionou a Justiça e criou até um grupo com outros possíveis clientes lesados, para se atualizarem sobre a situações de cada um.
Golpe do consórcio
O consórcio é uma das formas mais seguras e planejadas de conquistar um bem, como um carro, imóvel ou moto, sem pagar juros e com parcelas que cabem no bolso.
No entanto, junto com o crescimento desse mercado, também aumentam as tentativas de golpe do consórcio, aplicadas por criminosos que se aproveitam da falta de informação de quem busca esse tipo de investimento.
Entender como funcionam esses golpes e como se proteger é fundamental para evitar prejuízos e garantir uma compra tranquila e segura.
O que é o golpe do consórcio?
O golpe do consórcio acontece quando golpistas se passam por empresas ou representantes autorizados, oferecendo condições “imperdíveis” para adquirir uma carta de crédito ou entrar em um grupo de consórcio.
O objetivo é convencer a vítima a fazer pagamentos antecipados, que nunca retornam.
Em muitos casos, os criminosos usam nomes de administradoras conhecidas, criam sites falsos e enviam contratos e boletos falsificados.
Depois que o dinheiro é transferido, o contato desaparece.
Como evitar cair em um golpe de consórcio
-Pesquise a empresa: Verifique se a administradora é autorizada pelo Banco Central. Você pode consultar a lista oficial de empresas no site do BCB (bcb.gov.br).
-Leia o contrato com atenção: Um contrato legítimo deve conter informações sobre o grupo, taxas, prazos e regras de contemplação.
-Evite intermediários desconhecidos: Sempre negocie diretamente com a administradora ou com representantes identificados e cadastrados.
-Desconfie de cobranças fora do padrão: Se o boleto vier de uma conta física ou nome estranho, não pague.
-Pesquise avaliações e histórico — Consulte o Procon, o Reclame Aqui e o site da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).
Se você desconfia que caiu em uma fraude, aja rápido: Guarde todos os comprovantes e conversas; registre um boletim de ocorrência na polícia; informe o Procon e o Banco Central; notifique a administradora verdadeira, se o nome dela foi usado indevidamente.
Essas medidas aumentam as chances de rastrear o golpe e ajudam a evitar que outras pessoas sejam enganadas.