Eduardo Draga Alana é exonerado da Secretaria da Juventude de Teresina

Por Br Hoje
24 de novembro de 2022
Eduardo Draga Alana
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O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (Republicanos), exonerou o secretário da Juventude, Eduardo da Silva Oliveira, mais conhecido como Eduardo Draga Alana. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do município. O ex-secretário usava um carro que foi apreendido na Operação Mandarim, deflagrada nesta quarta-feira (24) pela Polícia Civil.

De acordo com o coordenador da Delegacia de Repressão e Prevenção a Entorpecentes (Depre), Everton Férrer, não há qualquer investição sobre o ex-secretário relacionada a Operação Mandarim, no entanto, ele deve ser intimado para prestar esclarecimentos.

O prefeito, em entrevista ao Cidadeverde.com, confirmou que  a demissão se deu em virtude da operação policial. “Na prefeitura quando são identificados mal feitos, algumas coisas distorcidas da realidade, não republicanos, o prefeito tem que ter pulso forte para tomar decisão. Se comprovar que não está envolvido, mas neste momento é uma atitude firme do prefeito para qualquer um”, disse a visitar a arena montada na Ponte Estaiada para os jogos do Brasil.

Em nota, a comunicação da Prefeitura de Teresina não relacionou a exoneração com a operação policial e disse que a mudança ocorre “em razão da reestruturação administrativa em algumas pastas da gestão”.

Para o lugar de Draga Alana foi nomeado o advogado Liu Grazianni. “O prefeito Doutor Pessoa agradece a colaboração de Eduardo enquanto esteve à frente da pasta”, diz a nota.

Liu Grazianni é uma indicação do vereador Neto do Angelim.

A Operação Mandarim

A DEPRE deflagrou na manhã desta quarta-feira (23) uma operação contra o tráfico de drogas. Ao todo, a Polícia Civil cumpriu 22 mandados sendo 13 de busca e apreensão e 9 mandados de prisão preventiva nas cidades de Teresina (PI) e Timon (MA).

Segundo a Polícia Civil, a investigação da Operação Mandarim foi iniciada no ano de 2018, com intuito de desarticular um grupo criminoso voltado para o tráfico de drogas liderado por um homem identificado como Paulinho Chinês.

As investigações da Operação Mandarim apontam que o líder da organização criminosa negociava com traficantes da Bolívia a droga que era comercializada no Piauí. Durante a operação, três empresários foram presos suspeitos de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Seis pessoas consideradas “laranjas” na organização também foram presas.

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